De acordo com a Vigilância Epidemiológica de Cotia, a cidade teve dois casos de acidentes com escorpião, entre janeiro e 17 de outubro deste ano.

O Hospital Regional de Cotia é a unidade de referência para o atendimento de vítimas deste animal, pois tem soros antiofídico (aracnídico, escorpiônico e lonômico/lagarta).

Os números da Epidemiológica mostram ainda que em 2018, 3 moradores de Cotia foram picados por escorpiões e em 2017, uma pessoa foi vítima do artrópode.

“Algumas medidas são fundamentais para evitar o aparecimento de escorpiões: manter telas nos ralos, vedação nas portas, eliminar frestas no chão e parede, manter o quintal limpo, não acumular entulhos e lixo orgânico”, disse o secretário de Saúde, Magno Sauter.

Com a chegada do calor, os acidentes com este animal são mais comuns.

Se for picado, a pessoa deve limpar o local com água e sabão, fazer compressa morna e procurar atendimento médico.

Se possível levar o escorpião (desde que a sua captura não leve muito tempo, pois a prioridade é atender a vítima).

Não esprema o local da picada e nem faça torniquete (utilizado para barrar a circulação), água fria e gelo pioram a dor, portanto, não utilizar.

O morador que notar a presença de escorpião em sua casa, nunca deve tentar manipular com as mãos desprotegidas. O ideal é, em segurança, capturar o escorpião, colocá-lo em um frasco com tampa e entregar no setor de zoonoses.

O animal será enviado para o Instituto Butantã para identificação do exemplar. Esta identificação é importante que se ter o mapeamento da prevalência daquela espécie em determinada região.

Se for picado, a pessoa deve limpar o local com água e sabão, fazer compressa morna e procurar atendimento médico.

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