Rio de Janeiro 4/8/2021 – Não há dúvidas de que a educação é um dos setores estruturantes e de importância fundamental para a retomada econômica

Como essas empresas podem se tornar protagonistas da retomada econômica nacional investindo em projetos de educação que gerem empregos e aqueçam a economia

Após a grande instabilidade econômica vivida ao longo de 2020 e início de 2021, provocada em parte pela pandemia de Covid-19, a economia brasileira começa a apresentar sinais positivos de retomada.

E este momento de reaquecimento econômico se apresenta como o cenário ideal para as empresas que compõem o chamado segundo setor assumir o status de protagonistas do crescimento nacional.

Empresários e executivos que tiverem visão e sensibilidade para perceber seu papel social na educação de adolescentes e jovens de baixo poder executivo estarão na linha de frente para a retomada.

Para isso, precisarão trabalhar em duas frentes: uma delas capacitando trabalhadores, sobretudo jovens, que estão desempregados ou em subempregos. Tal medida resultará em mais mão de obra qualificada para seus negócios, mas também em mais trabalhadores empregados, com renda e com capacidade de se transformar em potenciais consumidores dos produtos dessas empresas.

Não há dúvidas de que a educação é um dos setores estruturantes e de importância fundamental para a retomada econômica. Mas como preparar estes jovens com educação de qualidade para o mercado de trabalho?

Doutor em administração, executivo e diretor do Instituto Germinare, Rodrigo Guimarães Motta analisa como as empresas podem impactar socialmente de maneira positiva.

“Acredito que devemos repensar a forma do ensino, sobretudo o médio e fundamental. Ao mesmo tempo em que uma formação de base sólida em disciplinas clássicas como matemática e história é necessária, esses conteúdos devem ser ministrados de forma a capturar a potencialidade das tecnologias modernas e estimular os alunos a refletirem sobre a sua aplicação na prática”, afirma.

Para Rodrigo Guimarães Motta são imensos os desafios sociais e econômicos a serem enfrentados. E, segundo ele, o ensino pode contribuir com uma formação que possibilite ao jovem ser protagonista para a resolução de muitos desafios.

O executivo ressalta que as empresas brasileiras ainda não estão preparadas para um projeto de impacto social importante como este, mesmo que ele contribua de alguma forma para o crescimento de seus negócios.
Para ele, apenas distribuir recursos, sem pensar um projeto de ensino associado ao desenvolvimento econômico e social, pode reduzir a potência dessas iniciativas.

O consultor lembra que programas com perfis mais tradicionais para a inserção de jovens nas empresas, como os de trainee, por exemplo, se restringem a corporações maiores e mais organizadas, o que contempla uma minoria de jovens, a maior parte das classes mais favorecidas.

À frente do Instituto Germinare, Rodrigo Guimarães Motta enfatiza que uma de suas principais ações tem sido trabalhar para aproximar a teoria da prática e ampliar a oferta de oportunidades profissionais para os alunos e ex-alunos do Instituto.

“O Germinare, por exemplo, oferece um ensino de alta qualidade e gratuito, que efetivamente forma seus alunos em técnicos em administração, combinando as disciplinas mais tradicionais, com disciplinas de negócios e experiências profissionais nas empresas que apoiam o nosso projeto. Atualmente temos 700 alunos matriculados e mais de uma centena que já trabalha nas empresas do grupo com muito sucesso”, revela.

Rodrigo Guimarães Motta acredita que a partir de projetos como este é possível dar aos jovens um ensino mais direcionado para suas carreiras e facilitar a entrada no mercado de trabalho em condições iguais a de jovens mais privilegiados economicamente.

No que diz respeito ao Instituto, o executivo ressalta que foi feita uma reorganização de disciplinas, com estudos de marca e desafios a serem vencidos. A ideia é que os projetos aprovados possam ser executados pelas empresas que apoiam o Germinare.

“Mesmo muito jovens, os alunos já têm experiência em vendas, marketing e em cargos de liderança. São jovens que têm pouco mais de 20 anos e já lideram com sucesso equipes complexas em todas as regiões do Brasil. Nossos professores de negócios acompanham os ex-alunos ao longo de sua trajetória, e esperamos seguir esse modelo, passo a passo, para formar uma nova, vibrante e bem-sucedida geração de “tocadores de negócio”, aposta o executivo.

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